Mostrando postagens com marcador Cidadania e Direitos Humanos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Cidadania e Direitos Humanos. Mostrar todas as postagens

sábado, 13 de abril de 2013

Aconteceu na UNEB: Seminário "Realidades em debate - Comunicação e Política"


Por: Mirielle Cajuhy


 A quinta edição do seminário “Realidades em Debate” colocou em pauta o tema “Comunicação e Política” e contou com a presença do vice presidente da Associação Baiana de Imprensa (ABI), jornalista e militante político, Ernesto Marques para conduzir o debate. O evento aconteceu no dia 9 de abril, na Universidade do Estado da Bahia (UNEB), campus III, Juazeiro. 

  Buscando destacar a importância da política na vida dos comunicadores, Ernesto levanta, ao expor as dificuldades presentes nos sindicatos e em algumas organizações da área jornalística, uma questão importante: a necessidade de que os profissionais se unam para mudar a realidade política que afeta a profissão. “Sindicato é um negócio chato, eu sei que nem todo mundo tem paciência, mas é necessário”, argumenta o jornalista. 

  Além desse questionamento, outros também foram abordados. Como exemplo, o apelo pela atitude ética no âmbito jornalístico, admitindo-o como um serviço público – mesmo que inserido por vezes em um órgão privado – e acordos anti-éticos feitos entre empresas e jornalistas – a chamada “reciprocidade jornalística”. Em seguida, os estudantes, docentes e demais presentes no debate puderam fazer perguntas ao palestrante. 

  Após a pequena conferência, ficou claro para todos o quanto é necessário o envolvimento de comunicadores no universo político. Como um direito, essa participação deve ser concedida, e como um dever, deve ser exercitada. Dentre todas as discussões apresentadas, essa foi a que Ernesto Marques mais destacou, pois sem consciência política não há como trabalhar para a sociedade.



Fotografia: Monique Marques


Fotografia: Monique Marques
 


Fotografia: Monique Marques



Fotografia: Mirielle Cajuhy


sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Seminário discute o papel do Jornalismo para a sociedade

Qual o papel da comunicação social no século XXI? Seria apenas um instrumento do monopólio das grandes emissoras para divulgar suas ideologias ou aquela também poderia ser utilizada pela população mais carente - com suas rádios comunitárias? E o papel do jornalista na educação? 

Todos esses questionamentos são pauta no seminário "Comunicação pra quê?", realizado durante os dias 18 e 20 de outubro, no Campus III da UNEB. As discussões contam com a participação de importantes nomes na pesquisa comunicacional, como a Professora Doutora Cícília Peruzzo - referência na pesquisa na área de Educom - e comunicadores do Vale do São Francisco, como o radialista Marcelo Damasceno e a jornalista Lise Luz.



Fotos: Maria Akemi e Monique Marques

domingo, 19 de agosto de 2012

Fotojornalista brasileiro conta sobre cliques em guerras no Oriente Médio

Mauricio Lima é reconhecido por seu trabalho no Afeganistão, Líbia e Iraque. Em entrevista, ele aborda situações vividas na cobertura e fotos premiadas.

Fábio Tito Do G1, em São Paulo (matéria originalmente publicada no site : g1.globo.com; em 17/08/2012 11h51 - Atualizado em 19/08/2012 13h14)

Em meio à cobertura jornalística de guerras civis e conflitos internacionais no Oriente Médio, o olhar de um fotógrafo brasileiro tem marcado e sido reconhecido como um dos mais sensíveis e aprofundados.Lembre dos principais conflitos na última década: Mauricio Lima estava lá, registrando para o mundo não só os bombardeios e as trocas de tiro, mas principalmente a vida dos habitantes, que segue e se adapta à guerra ao seu redor.
Seu olhar ajudou a retratar as invasões do Iraque e do Afeganistão na guerra contra o terror, que custou mais de US$ 1,4 trilhão e tirou milhares de vidas de civis e militares. E mesmo em meio ao caos da situação no Iraque, a história de um menino que ficou cego num bombardeio rodou o planeta através das lentes de Mauricio Lima e foi transformada com a ajuda vinda de milhares de quilômetros de distância.

O menino Ayad posa com a foto que o retrata ainda antes do bombardeio (Foto: Mauricio Lima)

O menino Ayad posa com a foto que o retrata ainda antes do bombardeio. (Foto: Mauricio Lima)